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Congresso da Divina Misericórdia e as promessas de Jesus Misericordioso

Vamos entender quando Jesus confiou essas palavras à Santa Faustina e o que ele promete a quem propaga a sua Misericórdia.

Em 1933 uma alegria apoderou-se da alma da Irmã Faustina. Ela soube que soube que devia sujeitar-se a um período de provação antes dos votos perpétuos.

Um tempo antes, uma das irmãs tinha lhe provocado tristeza, pois havia dito: “A irmã não será admitida naquela terceira provação. Eu mesma farei o possível para que não permitam que a irmã faça os votos”.

Faustina nada respondeu e procurou disfarçar a tristeza. Em oração, algumas semanas antes de receber o aviso, Jesus já tinha lhe prometido essa graça, então Santa Faustina confiou. “Nem todas conseguirão essa graça, mas elas mesmas são culpadas disso. Quem não aproveita as pequenas graças — também não recebe as grandes. Mas tu, Minha filha, receberás essa graça.” (Diário, 165).

Quando a Irmã soube que deveria fazer o período de provação, mergulhou em oração de ação de graças diante do Santíssimo Sacramento e ouviu em sua alma as palavras de Jesus: Minha filhinha, tu és a Minha delícia, o alívio do Meu Coração. Concedo-te tantas graças quantas puderes carregar. Sempre que quiseres proporcionar-Me alegria, fala ao mundo da Minha grande e insondável misericórdia.(Diário, 164)

 

As promessas a quem propaga a sua Misericórdia

Jesus sempre pediu que Santa Faustina propagasse a Sua bondade, pois isso consolará o Seu Coração, e ajudará muitas almas a serem salvas. Na revelação 1075, disse Jesus: As almas que divulgam o culto da Minha misericórdia, Eu as defendo por toda a vida como uma terna mãe defende o seu filhinho e, na hora da morte, não serei para elas Juiz, mas sim, Salvador misericordioso.

A formulação das duas promessas de Cristo é muito vigorosa e dá a conhecer em traços gerais que os que divulgam tal devoção podem esperar de Cristo uma proteção extraordinária durante a vida, e a sua total misericórdia na hora da morte.

Participe do 17º Congresso Nacional da Divina Misericórdia, em que será trabalhado justamente esse pedido de Jesus: Fala ao mundo da Minha grande e insondável misericórdia,e seja um divulgador da devoção à Divina Misericórdia, você estará consolando o coração de Jesus e convertendo muitas almas.

 

Tema do 17º Congresso Nacional da Divina Misericórdia

“Fala ao mundo da Minha grande e insondável Misericórdia” (Diário de Santa Faustina, 164)

 

Olhando pra tudo que temos hoje a respeito da Misericórdia – até perece que tudo foi muito fácil, rápido e sempre bem esclarecido – porém, a história mostra que não foi assim.

Jesus Misericordioso precisou insistir muito com Santa Faustina para que ela começasse a escrever o Diário e falasse da Sua Misericórdia, e mesmo assim  não foi da noite para o dia que tudo começou. No entanto, algumas palavras de Jesus Misericordioso, nesta citação acima – TEMA DO 17º CONGRESSO NACIONAL DA MISERICÓRDIA – merecem nossa atenção, por isso, sigam comigo e entendam o texto e o contexto:

  1. Era o ano de 1933, Faustina estava em Varsóvia se preparando para os seus votos perpétuos – momentos mais importante na vida de um religioso;
  2. Seu país começava a sofrer com a presença do nazismo;
  3. Este tempo de preparação para os votos perpétuos era muito exigente – tanto que ele era chamado de “tempo de provação” antes dos votos;
  4. Foi justamente neste momento – enquanto Faustina rezava feliz diante do Santíssimo Sacramento, que ela ouviu na alma essas palavras: “Minha filhinha, tu és a Minha delícia, o alívio do Meu Coração. Concedo-te tantas graças quantas puderes carregar. Sempre que quiseres proporcionar-Me alegria, fala ao mundo da Minha grande e insondável misericórdia”;
  5. Vejam, o mundo estava se preparando para uma futura guerra, era o momento mais importante da vida de Faustina (votos perpétuos), ela passava por uma provação e estava feliz ao mesmo tempo – conclusão: é a Misericórdia nos dizendo que Ela quer participar de tudo e em tudo na nossa vida;
  6. As palavras de Jesus deixam claro que a Misericórdia Divina nos concederá mais graças do que conseguimos carregar e por causa disso – elas, ou seja, as graças –, atingirão outras pessoas também ao nosso redor. Creia nisso!
  7. E o mais importante de tudo: não somente nesta citação, mas também em outras aparece a expressão “MINHA” Misericórdia – É Dele, não nossa, pois a nossa é limitada e a Dele é insondável e infinita – e segundo Jesus, quando falamos dela para o mundo, lhe proporcionamos alegria, o deixamos feliz.

Eu fico aqui me perguntando: poderia você ficar fora do 17º Congresso Nacional da Misericórdia e deixar de receber o que Ele preparou pra você?

Padre Sandro Souza, MIC

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