8 de outubro: Dia do Direito à Vida

Em tempos de grandes debates sobre a eutanásia e a legalização ou não do aborto no Brasil, a Igreja nos recorda que precisamos defender aqueles que não têm voz para pedir por ajuda.

A Misericórdia Divina e o Direito à Vida

Santa Faustina Kowalska, apóstola da Misericórdia Divina, teve inúmeras experiências místicas com as almas do purgatório. Em muitas ocasiões ela sentia que determinada alma pedia a sua oração para obter o alívio dos sofrimentos suportados no purgatório.  E, em outras tantas vezes sabia interiormente que deveria rezar por determinada pessoa que estaria, naquele momento, no leito da morte. Muitas vezes o próprio Jesus lhe pedia que ela rezasse por estes casos.

Além de rezar pelas almas do purgatório, Faustina oferecia a Deus sacrifícios e penitências e oferecia seus próprios sofrimentos para desagravar o Coração de Jesus.

Entre as experiências que Santa Faustina teve com as almas do purgatório, certa vez ela conheceu a tristeza de Jesus pela maldade feita contra a vida das crianças.  Ela teve a visão de um grupo de crianças que lhe pedia ajuda. Veja o que ela anotou em seu Diário:

“Em um certo momento, vi o convento da nova congregação. Quando eu estava andando e visitando tudo, de repente vi um grupo de crianças de cinco a onze anos. Quando me viram, rodearam-me e começaram a gritar em voz alta: “Defenda-nos do mal!” — e levaram-me à capela que havia nesse convento. Quando lá entrei, vi nela o Senhor martirizado. Jesus olhou bondosamente para mim e disse-me que estava sendo — gravemente ofendido pelas crianças. Tu deves defendê-las do mal. A partir de então rezo pelas crianças, mas sinto que não basta só a oração” (Diário, 765).

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