Há 83 anos Santa Faustina anotou esta passagem em seu Diário


22 de julho de 1936.

Ó meu Jesus, sei que a grandeza do homem é comprovada pela ação e não pela palavra ou pelo sentimento. São as obras que de nós procedem que falarão de nós. (Diário, 663)

 

Uma fé renovada na misericórdia de Deus e uma experiência transformadora do amor misericordioso de Deus deve nos levar a um compromisso mais profundo de sermos misericordiosos com os outros.

A Irmã Faustina sabia muito bem que apenas os corações que foram transformados pela misericórdia de Jesus Cristo é que estão plenamente preparados para compartilhar essa mesma misericórdia com os outros, e por isso orou constantemente pelo dom de um coração compassivo e misericordioso.

Sabiamente, Santa Faustina dividiu o dever de ser misericordiosa para com os outros em três formas – pela oração, pela palavra e pela ação. Por ordem do Salvador, ela priorizou-os corretamente como base para um plano de ação:

“Vós mesmo mandais que eu me exercite em três graus da misericórdia: O primeiro: Ato de misericórdia – de qualquer gênero que seja; segundo: palavra de misericórdia – se eu não puder com a ação, então com a palavra; terceiro: oração. Se não puder demostrar a misericórdia com a ação nem com palavra, sempre a posso com a oração. A minha oração pode atingir até onde não posso estar fisicamente” (Diário, 163).

No centro de seu ensinamento sobre as obras de misericórdia, portanto, permanece a profunda esperança de que é Jesus vivendo em nós e através de nós, que podemos nos capacitar a seguir o caminho misericordioso.