“O Diário de Santa Faustina foi um divisor de águas na minha vida”, testemunha José Eugênio Paludo
José Eugênio Paludo, do Paraná, encontrou na Divina Misericórdia um novo sentido para enfrentar as dificuldades da vida e transformou sua experiência de fé em missão: ajudar outras pessoas a conhecerem o Diário de Santa Faustina.
Meu nome é José Eugênio Paludo, sou do Paraná e nasci em 19 de setembro de 1957, em uma família pobre, onde se falava um pouco de italiano e um pouco de português. Minha história foi marcada por dificuldades, frustrações, desilusões e fracassos.
Chegou um momento em que percebi que muitos dos valores nos quais eu pautava a minha vida estavam baseados em princípios ilusórios e, aos poucos, estavam me afastando de Deus.
Com o passar dos anos, os problemas de saúde também chegaram. Uma discopatia generalizada e degenerativa se estendeu para outras articulações, afastou-me do trabalho e mudou completamente a minha rotina. Hoje, a cama acabou se tornando o meu “quartel”.
Foi justamente essa situação que me levou à leitura.
E foi assim que conheci o Diário de Santa Faustina e a Divina Misericórdia.
A partir daquele encontro, os valores começaram a se inverter e passei a enxergar tudo sob outro prisma. Em algumas partes do Diário, senti como se estivesse diante de uma continuação do Santo Evangelho. Passei a conhecer um pouco mais sobre Jesus Cristo e, principalmente, a compreender de maneira mais profunda o Seu amor e a Sua misericórdia.
Até as minhas dores passaram a ter outro sentido.
Esse encontro me aproximou tanto de Jesus que hoje, enquanto algumas pessoas olham para a minha situação e lamentam, eu posso dizer que vivo feliz. Apesar do meu estado de saúde, não encontro motivos para reclamar da vida.
Um divisor de águas
O Diário de Santa Faustina foi um verdadeiro divisor de águas na minha vida.
Ele se tornou tão precioso para mim que não consigo simplesmente guardar essa experiência. Sinto que preciso fazer aquilo que estiver ao meu alcance para que outras pessoas também tenham a oportunidade de conhecer a Divina Misericórdia e experimentar uma vida mais próxima de Jesus.
É por isso que procuro, todos os meses, adquirir e distribuir exemplares do Diário.
Tenho poucos recursos e sei muito bem das minhas limitações. Mas isso não diminui a minha vontade de continuar. Fico imensamente feliz cada vez que vejo alguém saindo com um exemplar do Diário nas mãos.
Quando isso acontece, olho para o quadro de Jesus Misericordioso, que está sempre diante de mim. Contemplo Sua mão erguida e faço uma oração por aquela pessoa. Peço a Jesus que também a ajude, para que encontre a verdadeira felicidade e consiga atravessar as tribulações da vida confiando em Sua Misericórdia. Não estou apenas entregando um livro. Estou entregando a alguém aquilo que um dia também chegou até mim e transformou à minha maneira de viver.

Mesmo enfrentando fortes dores, que o fazem permanecer grande parte do tempo no leito, José Eugênio encontra na fé e na Divina Misericórdia força para seguir.
Meu desejo é que mais pessoas conheçam a Misericórdia
Acredito que deveríamos falar sobre a Divina Misericórdia desde cedo, inclusive com nossas crianças.
Se elas pudessem conhecer, já nos primeiros anos de vida, a grandeza do Amor Divino, talvez tivéssemos menos pessoas com os olhos fixos somente nas telas e muito mais gente com os olhos, o coração e a própria vida voltados para Jesus e para os Seus ensinamentos.
É isso que me leva a fazer o que faço.
Sei que pode parecer muito pouco diante de tudo aquilo que precisa ser feito. Às vezes penso naquela imagem do beija-flor tentando apagar um grande incêndio levando apenas algumas gotas de água em seu pequeno bico.
Talvez seja pouco. Mas é o que está ao meu alcance.
Enquanto Deus me permitir, quero continuar fazendo a minha parte. Quero continuar colocando o Diário de Santa Faustina nas mãos de outras pessoas e rezando para que, por meio daquelas páginas, elas também descubram aquilo que um dia eu descobri.
Porque eu sei o que esse encontro fez comigo.
“Conhecer a Divina Misericórdia mudou à minha maneira de enxergar a dor, a vida e a minha relação com Jesus. O Diário foi um divisor de águas na minha história. E se, por meio de um exemplar que eu entregar, outra pessoa puder viver essa mesma experiência, todo esforço terá valido a pena”.
José Eugênio Paludo – Paraná


