Na manhã deste domingo, 24 de abril, o Movimento de Irmãos da Arquidiocese de Curitiba realizou a Caminhada da Misericórdia, peregrinando ao Santuário da Divina Misericórdia, para participar da Santa Missa e passar pela Porta Santa. A Caminhada contou com cerca de 400 fiéis que saíram da Igreja Bom Jesus, no Portão, e caminharam até o Umbará.

O Pároco do Santuário, Padre Francisco Anchieta C. de Muniz, MIC, acolheu a todos em nome da Congregação dos Padres Marianos e afirmou que esse momento é de importância para o Movimento de Irmãos, pois “essa é a primeira e a grande Caminhada de muitas outras que o Movimento irá fazer, como uma demonstração de fé da nossa Igreja, mas principalmente uma demonstração de fé e defesa da família, que é tão destruída em nossa sociedade, precisamos nos entregar ao coração misericordioso de Jesus”. O Padre encerrou sua acolhida pronunciando SHALOM – paz plena e absoluta.

Em virtude do Ano Santo o Movimento de Irmãos viu a oportunidade de realizar uma ação para animar a Igreja em sua missão de levar o Evangelho da misericórdia a todas as pessoas. No fim do ano de 2015 o Movimento se reuniu e começou a trabalhar para que fosse possível realizar a Caminhada da Misericórdia. De acordo com João Francisco Milan e sua esposa Eliani Hintemann, coordenadores do Movimento de Irmãos da Arquidiocese, “a Caminhada é um ato de misericórdia, é a Igreja em saída, como nos pede o Papa Francisco. Foi isso o que nos encorajou a convidar os irmãos a se reunirem e clamarem a misericórdia, e eles aderiram o que nos deixou muito feliz. Estamos nos sentindo muito motivados a fazer outras caminhadas, pois as pessoas são carentes desses atos de misericórdia, então nós temos que chamar e engajar a comunidade”, incentiva João Milan .

“A primeira verdade da Igreja é o amor de Cristo. E deste amor que vai até o perdão e o dom de si mesmo a igreja faz-se serva e mediadora junto dos homens. Por isso, onde a Igreja estiver presente, aí deve ser evidente a misericórdia do Pai. Nas nossas paróquias, nas comunidades, nas associações e nos movimentos, qualquer pessoa deve poder encontrar um oásis de misericórdia.” (Bula de proclamação do jubileu Extraordinário da Misericórdia).