Confissão: amor que cura com misericórdia!

Confissão: amor que cura com misericórdia!

A Igreja tem consciência muito viva do pecado, mas não está obcecada nem dá preponderância ao pecado. Professamos que, “onde abunda o pecado, abunda a graça”. A graça de Deus é suficiente. A sua misericórdia pode nos curar, é mais forte que o pecado. Conta-se a história de um camponês no oeste da Irlanda que vivia perto de um rio. Todas as semanas, o prior aparecia à beira do rio e gritava: “O mesmo!”, e uma voz ecoava do outro lado: “A mesma!”. Até que o velho lavrador não aguentou a curiosidade e perguntou ao padre o que é que se passava. O padre explicou que como era o único sacerdote na aldeia usava este método para fazer a sua confissão semanal. Ele chegava a este lado do rio. “E aí eu grito: ‘O mesmo’ (Os mesmos pecados) e o padre O’Brien grita ‘A mesma!’ (a mesma penitência)”. Nunca devemos deixar que as nossas confissões se tornem rotina, por muito que sejam frequentes. Cada Confissão, como cada Comunhão, é um encontro amoroso com o Senhor misericordioso que vem para curar as...

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Como explicar o mal para as crianças?

Como explicar o mal para as crianças?

Crimes, guerras, terrorismo e violência fazem parte do mundo que as crianças têm para descobrir. O confronto entre um mundo seguro e protetor e o mundo real pode traduzir-se em dúvidas e medos. E as questões começam a surgir em catadupa. Como podem os educadores responder às crianças? Como colocá-las perante o inevitável sem que isso as deixe paralisadas? O Homem e o mundo são feitos de contrastes, entre bem e mal, certo e errado, paz e guerra, extremismo e tolerância, e, ainda que se tentasse, seria quase impossível tentar privar os mais novos desta dicotomia. Mas é isto o mesmo que dizer que os miúdos devem estar expostos a todas as violências? Nos últimos meses, a História da humanidade tem-se construído também com atos particularmente difíceis de assimilar: pessoas assassinadas por uma opinião expressada, pessoas perseguidas pela religião que professam, meninas raptadas, maltratadas e mortas, cujo "crime" foi irem à escola, crianças, muitas crianças assassinadas e algumas...

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A Ideologia de gênero é contrária ao plano de Deus

A Ideologia de gênero é contrária ao plano de Deus

A criação do homem e da mulher, com o sacramento do matrimônio, são “um maravilhoso dom que Deus instituiu à humanidade”. Este foi o tema da mais recente catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (15/04) na Praça de São Pedro, à que compareceram milhares de fiéis. Acompanhe a catequese na íntegra! Queridos irmãos e irmãs, bom dia! A catequese de hoje é dedicada a um aspecto central do tema da família: o grande dom que Deus ofereceu à humanidade com a criação do homem e da mulher, e com o sacramento do matrimônio. Esta catequese e a próxima serão dedicadas à diferença e à complementaridade entre o homem e a mulher, que estão no ápice da criação divina; depois, nas duas que se seguirão, serão abordados outros temas do Matrimônio. Comecemos com um breve comentário à primeira narração da criação, contida no Livro do Gênesis. Ali lemos que Deus, depois de ter criado o universo e todos os seres vivos, criou a obra-prima, isto é o ser humano, e fê-lo à sua própria...

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Abuso emocional na infância tem efeitos devastadores

Abuso emocional na infância tem efeitos devastadores

O que é mais importante para um pai do que querer que o seu filho tenha um conceito positivo sobre si mesmo? A sabedoria popular já ensina que a palavra proferida, assim como uma pedra atirada, não tem volta. Um artigo publicado recentemente no Journal of Psychiatric Research, mostra que ela, dependendo do contexto, também pode ser extremamente prejudicial na formação da personalidade das crianças. O estudo, coordenado pelo professor Diogo Lara, da Faculdade de Biociências da PUCRS, mostra que basta um pouco de abuso emocional em casa durante a infância (ofensas, humilhações) para que a pessoa deixe de se sentir saudável. As chances de tentativa de suicídio aumentam 17 vezes quando esse tipo de abuso ocorre em um nível grave, o que acontece em cerca de 15% da população. Além do abuso, a negligência emocional (falta de carinho, de amor, valorização) também pode ter efeitos devastadores. O estudo foi feito com base num questionário on-line respondido anonimamente por 10.800 pessoas de...

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Oração para rezar quando estamos com medo

Oração para rezar quando estamos com medo

Às vezes precisamos pedir a Deus que elimine nossos medos. Que nos permita viver com essa paz que nos falta. Sem angústias diante da vida. Tudo acontece rápido demais. Tememos perder o que temos hoje. Tememos que a vida se complique. Ficamos assustados diante da possibilidade de doença e da morte. Ninguém nos ensinou a lidar com a vida quando ela chega ao seu final. Falamos muito do céu. Mas sempre achamos que ele pode esperar mais um pouco. E continuamos vivendo com medo de morrer. Este é exatamente nosso problema na vida: as hesitações, os medos, as dúvidas sistemáticas, o temor de viver. Porém, é mais inteligente lançar-se à aventura. Eu gostaria de ter essa coragem para não duvidar, para não deixar de fazer as coisas por medo. É por isso que peço esta graça a Deus. Rezemos: Senhor, quero viver sem medos. Com uma santa indiferença, que hoje ainda não tenho. Quero crescer e ser mais teu, Jesus, mas não sei bem como me desprender dos meus medos. Por isso, eu te entrego cada um deles...

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Bula “Rosto da Misericórdia” – texto integral

Bula “Rosto da Misericórdia” – texto integral

1. Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai. O mistério da fé cristã parece encontrar nestas palavras a sua síntese. Tal misericórdia tornou-se viva, visível e atingiu o seu clímax em Jesus de Nazaré. O Pai, « rico em misericórdia » (Ef 2, 4), depois de ter revelado o seu nome a Moisés como « Deus misericordioso e clemente, vagaroso na ira, cheio de bondade e fidelidade » (Ex 34, 6), não cessou de dar a conhecer, de vários modos e em muitos momentos da história, a sua natureza divina. Na « plenitude do tempo » (Gl 4, 4), quando tudo estava pronto segundo o seu plano de salvação, mandou o seu Filho, nascido da Virgem Maria, para nos revelar, de modo definitivo, o seu amor. Quem O vê, vê o Pai (cf. Jo 14, 9). Com a sua palavra, os seus gestos e toda a sua pessoa,[1]Jesus de Nazaré revela a misericórdia de Deus. 2. Precisamos sempre de contemplar o mistério da misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz. É condição da nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o...

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Festa da Misericórdia: refúgio para todas as almas

Festa da Misericórdia: refúgio para todas as almas

"Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia" (Diário, 299) Ao longo do tempo o pedido de Jesus feito à Santa Faustina Kowalska “desejo que o mundo todo conheça a Minha misericórdia”(Diário, 687) vem se concretizando cada vez mais. De diversas maneiras as pessoas tomam conhecimento da mensagem da Divina Misericórdia, mas ainda há muito que conhecermos a esse respeito. Por isso, hoje, o convido, caro leitor, a conhecer um pouco mais sobre a celebração da Festa da Misericórdia. Como surgiu a Festa da Misericórdia na Igreja Após enfrentar todos os desafios, normais, no que se refere às coisas de Deus e à sua Igreja, em 1995 a Festa da Divina Misericórdia foi celebrada pela primeira vez pelo Papa João Paulo II. Passado dois anos, foi instituída ofi-cialmente, no dia 07 de junho de 1997 e, em 1999, a Missa votiva da Misericórdia de Deus passou a integrar o Missal Romano. No ano 2000, durante a canonização de Santa Faustina, João Paulo II declarou o 2º...

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O que o sofrimento pode me oferecer de bom?

O que o sofrimento pode me oferecer de bom?

Deus não nos oferece o sofrimento como castigo, e sim como caminho. Ninguém quer sofrer. Isso vai contra nossa natureza, que busca a felicidade, a paz, o descanso, a alegria. Não há nada mais contrário ao nosso querer. Sofrer nos parece desnecessário, duro demais. É nessas horas, quando nos faltam forças, que Deus nos sustenta. Isso vale especialmente quando Deus nos leva à escola do sofrimento. Para Paulo, é natural que nós, em nossa qualidade de membros de Cristo, sejamos associados à sua Paixão, e que o padecimento não só signifique colapso de forças humanas, senão também surgimento de forças divinas e abundante fecundidade da nossa vida e das nossas obras. A escola do sofrimento. Deus o permite em nossa vida. Deus nos ama e, em seu amor, tolera que soframos. O coração se rebela contra todo sofrimento. Não queremos padecer, não queremos sofrer a perda nem a dor. Queremos uma vida plena. Uma pessoa rezava assim a Jesus em sua dor: "Conheço muito bem as perdas. Desde pequena tive de...

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São João Clímaco e a escada do Paraíso

São João Clímaco e a escada do Paraíso

O que a vida e a obra de um monge eremita do século VI têm a ensinar ao homem do século XXI? No último dia 30 de março, a Igreja no mundo inteiro recordava a memória de São João Clímaco. Do século VI, esse monge do Oriente é conhecido especialmente por sua obra "Escada do Paraíso", na qual explica a vida monástica, desde o abandono do mundo até a perfeição na caridade. De onde tirou sustento para escrever uma obra tão robusta? A resposta está em seu profundo amor a Deus, desde a mais tenra idade. Com apenas 16 anos, João tornou-se monge no monte Sinai, onde foi discípulo do sábio abade Martírio. Aí, entregue à oração e aos cuidados deste mestre espiritual, pôde dedicar-se ao ofício de sábio, àquele que Santo Tomás identifica como "o mais perfeito, o mais sublime, o mais útil e o mais bem-aventurado" de todos os estudos humanos [1]. Com cerca de 20 anos, João elegeu a vida eremítica, passando a habitar no sopé do monte Sinai. Queria entregar-se a Deus na solidão. O fato, porém, é que...

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A importância da Oitava de Páscoa

A importância da Oitava de Páscoa

Ainda dá tempo de aproveitar as graças especiais da Páscoa. Após o domingo de Páscoa, a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso. O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22). É importante não perder o caráter unitário dessas sete semanas. A primeira semana é a “oitava da Páscoa”. Ela termina com...

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