Papa Francisco: proximidade, ternura, compaixão são o estilo de Deus

(Foto: Vatican News/Vatican Media)

O Papa Francisco recitou o Angelus no Palácio Apostólico do Vaticano, neste último domingo (07). O Santo Padre comenta sobre a cura da sogra de Pedro. Essa é a primeira cura física contada pelo Evangelista Marcos. “O poder curativo de Jesus não encontra resistência; e a pessoa curada retoma sua vida normal, pensando imediatamente nos outros e não em si mesmo – e isso é significativo, é um sinal de verdadeira ‘saúde’!”, afirma o Pontífice. Segundo o Papa, Jesus sempre mostrou sua predileção por pessoas que sofrem em corpo e espírito. “É uma pré-eleição de Jesus para se aproximar das pessoas que sofrem tanto no corpo quanto no espírito. É a predileção do Pai, que ele encarna e se manifesta com obras e palavras”.

O Santo Padre destaca que cuidar dos doentes não é uma “atividade opcional” para a igreja, mas isso é parte integrante da missão da Igreja assim como era para Jesus. “E esta missão é trazer a ternura de Deus para a humanidade sofredora”. O Santo Padre aponta que o cristão deve abaixar-se para levantar o outro. “Não vamos esquecer que a única maneira legal de olhar para uma pessoa de cima a baixo é quando você estende a mão para ajudá-la a subir”. De acordo com o Pontífice Jesus manifesta sua senhoria não olhando “de cima para baixo”, mas entendendo a mão, se aproximando com ternura e compaixão. 

Proximidade, ternura, compaixão são o estilo de Deus. Deus se aproxima e se aproxima com ternura e compaixão

Papa Francisco

O Papa afirma que essa compaixão de Jesus tem suas raízes na relação íntima com o Pai. “Antes do amanhecer e depois do pôr do sol, Jesus permanecia sozinho para orar. A partir daí, ele tirou forças para realizar seu ministério, pregando e curando”, evidencia o Santo Padre. O Pontífice finaliza pedindo ajuda na Virgem Maria para todos os fiéis serem curados por Jesus.


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