Ano da Misericórdia: Portas Santas não são mágicas

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Peregrinos ingressando pela Porta Santa em Roma / Foto: Daniel Ibáñez (ACI Prensa)

A Arquidiocese de Bombay (Índia), divulgou uma explicação logo depois de que uma mensagem através do WhatsApp gerou confusão entre os fiéis, pois esta indicava que somente o gesto de passar por uma Porta Santa resulta o perdão dos pecados, quando na verdade isto não é assim.

No texto publicado no dia 19 de janeiro, a Arquidiocese precisa que a mensagem enviada através do WhatsApp que circulou na cidade de Maharashtra “dá a impressão que somente o gesto de passar pelas Portas Santas tem como consequência o perdão dos pecados”.

“Estas portas não são mágicas e precisamos entender que para experimentar e obter a indulgência (plenária), os fiéis estão chamados, como peregrinos, a procurar o sacramento da Reconciliação, participar da celebração da Santa Missa meditando na misericórdia, fazer uma profissão de fé e rezar pelo Santo Padre e suas intenções, assim como pelo bem da Igreja e do mundo inteiro”, assinala a explicação.

“Passar pelas Portas Santas –recordam– indica o desejo do perdão dos pecados, e é um símbolo de deixar atrás o passado e ingressar em uma nova vida com Cristo, que é a Porta”.

A Arquidiocese reitera que “passar pelas Portas Santas não substitui ao sacramento da Reconciliação”.

O Papa Francisco inaugurou o Jubileu ou Ano Santo da Misericórdia em 8 de dezembro de 2015 na Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Maria ao abrir a Porta Santa na Basílica de São Pedro, acompanhado do Papa Emérito Bento XVI.

Este Jubileu terminará no dia 20 de novembro de 2016, Solenidade de Cristo Rei.

Durante este ano os fiéis poderão obter a indulgência plenária fazendo uma peregrinação às Portas Santas que cada bispo tenha designado em sua respectiva diocese, além de cumprir os requisitos gerais.

Fonte: Acidigital

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