Conheça as Relíquias dos grandes divulgadores da Obra da Misericórdia Divina

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São Estanislau Papczyński, Santa Faustina Kowalska, Bem Aventurado Miguel Sopoćko e São João Paulo II – Quatro iluminares da Misericórdia Divina que a Igreja concedeu, da polônia, ao mundo inteiro para os nossos tempos e que a Congregação dos Padres Marianos da Imaculada Conceição têm como referência para a Obra da Divulgação da Misericórdia.

Relíquias são fragmentos mortais dos Santos, como carne ou ossos, sendo essas de 1º grau, mas, podem ser também, objetos que entraram em contato com os santos, por exemplo, suas vestes, que são de 2º grau.

Esta forma de veneração faz refletir que os Santos produziram boas obras. Desta forma, os fragmentos dos corpos encontrados nestas relíquias, servem de inspiração para os cristãos ao reforçar que estes corpos também foram templos do Espírito Santo e instrumentos para realização grandes obras.

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“É evidente que devemos venerar os Santos de Deus como membros de Cristo, filhos e amigos de Deus e intercessores nossos. Por isto havemos de venerar as suas relíquias em memória deles; principalmente há de ser venerados os seus corpos, templos e órgãos do Espírito Santo, que os habitava e por esses corpos agia; aliás, serão configurados ao Corpo de Cristo pela ressurreição gloriosa. Por isto também o próprio Deus honra tais relíquias realizando milagres em presença das mesmas”, (Suma Teológica III, qu. 25, art. 6).

O Santuário da Divina Misericórdia recebeu, junto com o presente da proclamação do Ano Santo Extraordinário da Misericórdia, mais duas relíquias para serem nele cultuados. São as relíquias de 1º grau de São João Paulo II e do Bem-Aventurado Padre Miguel Sopoćko. É importante lembrar a profunda ligação de São João Paulo II com a Misericórdia. Desde o princípio do seu Pontificado, ele fez da sua missão tornar conhecida a mensagem do amor misericordioso de Deus. Quanto ao Bem-Aventurado Padre Miguel: além de ter sido o confessor e o diretor espiritual de Santa Faustina, foi um fiel e infatigável promotor da devoção à Divina Misericórdia, segundo as revelações feitas a Irmã Faustina, fazendo com que essa devoção chegue ate nós.

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Essas relíquias se juntaram àquelas já existentes em nosso Santuário, também de 1º grau: a do Bem-Aventurado Padre Estanislau Papczyński – Fundador da Congregação dos padres Marianos; e a de Santa Faustina Kowalska, a Secretária da Divina Misericórdia.

Por volta do século VII, São Teodoro, arcebispo de Cantuária, declarou as relíquias – objetos de veneração, e que, portanto, deveriam ser iluminadas dia e noite pela luz de uma vela.

A veneração das santas relíquias continua ao longo de toda a tradição da Igreja adquirindo novas formas ate chegar ao aspecto devocional dos nossos dias.

É importante retomar na Bíblia, passagens que também fundamentam esse aspecto devocional da nossa Igreja, no segundo livro de Reis e no Atos dos Apóstolos. “Ora, aconteceu que um grupo de pessoas, estando a enterrar um homem, viu uma turma desses guerrilheiros e jogou o cadáver no tumulo de Eliseu. O morto, ao tocar os ossos de Eliseu, voltou a vida, e pôs-se de pé” (cf. 2Rs 13, 21); “Deus fazia milagres extraordinários por intermédio de Paulo, de modo que lenços e outros panos que tinham tocado o seu corpo eram levados aos enfermos; e afastavam-se deles as doenças e retiravam-se os espíritos malignos” (cf. At 19, 11-12).

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Estes e outros tantos sinais fortalecem a cada dia a certeza de que Deus ainda tem muitas graças para todos aqueles que adentrarem, com confiança, neste solo sagrado que é a Casa da Misericórdia. Também por isso, não me canso de dizer: Jesus, eu confio em Vos. Aqui lanço um desafio: venha você também provar das graças que o Senhor derrama aqui.

Padre Francisco Anchieta Cardoso de Muniz, MIC.

Pároco do Santuário da Divina Misericórdia.

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